sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Banho de sol na praça

CRÔNICA

Mais uma manhã comum na Praça dos Maristas, Praça São Marcelino Champagnat. Lá você encontra muito comércio (principalmente da “espécie” informal), clima ensolarado e fluxo intenso de pessoas. O quiosque que vende refeições como sempre, se encontra lotado e a “boa” cachaça já é consumida com afinco, por muitos, em meados da bela manhã. E não podemos esquecer que, sendo a praça arborizada, proporciona muitas sombras para os transeuntes e “filósofos” locais.

O grande fluxo de pessoas dos “interiores”, diversos distritos da cidade, é comprovado principalmente pelos carros conhecidos como “rurais”, que sempre abarrotados tornam-se verdadeiras “latas de sardinhas humanas”, mas essas latas são fundamentais, pois são a única forma de ligação entre esses locais e a sede do município.

As bicicletas dão o ar dá graça, são comuns e não são o único meio de transporte, se prestar atenção pode-se até notar motocicletas estacionadas em cima da praça e não em frente como manda a lei. E claro alguns desses veículos estão no local para serem comercializados das mais diversas formas em um verdadeiro “troca-troca”.

A questão da limpeza e estética pode estar avaliada em um meio termo, ou seja, o “bom e velho” regular. Junte-se a isso a conservação da praça pela população. Mas cuidado, às vezes algum banco solto pode lhe proporcionar um susto ou algo mais.

Aqui figuras folclóricas da cidade dão as caras: como conhecidos alcoólatras e freqüentadores assíduos da praça. E sempre aparecem figuras ímpares, sabe-se lá de onde.

Temos que informá-los também sobre o fluxo na banca de revistas, ponto de encontro de idéias, ele se mantém calmo como um bom fim de semana se apresenta numa cidade do interior. Enfim, a praça se mostra em mais um dia comum e continua sendo um grande “laboratório humano”, onde até os obtusos tem vez.

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